Abundância ou Desvalor? Você escolhe!

ABUNDÂNCIA OU DESVALOR? VOCÊ ESCOLHE!

É você quem cria a realidade

O que eu quero dizer com a dicotomia “abundância ou desvalor”? A Lei da Abundância… popularmente conhecida como “dar e receber”, é uma via de mão dupla, ou seja, é a troca que movimenta a prosperidade.

A constante do Universo não é a Perfeição, porque a perfeição é estática e o universo é expansivo. A constante do Universo é a Harmonia… e o que mantém a harmonia é o equilíbrio.

Se você doa sua energia o tempo todo sem receber nada em troca, você desequilibra a sua vida e o Universo, por consequência. Por outro lado, se você só recebe sem nada oferecer, você também desequilibra o Universo. E isso não é sem consequência, certo?

Tanto em uma quanto na outra atitude, você movimenta a energia do “Desvalor”. De um lado, você desvaloriza o seu trabalho, e de outro você se desvaloriza por não se achar capaz ou merecedor de receber, de conseguir, de conquistar, de realizar… ou de adquirir o que deseja.

A atitude de desvalor é uma atitude de desrespeito por si mesmo e pelo outro. O caritativismo de um gera a indolência do outro; e ambos ferem a Lei da Abundância. A verdadeira caridade não é dar coisas, pois assim você estará alimentando mais carência e aniquilando a alma do outro.

Quando você age dessa forma, é o mesmo que dizer que vai cobrar barato, ou não vai cobrar, porque o outro não é capaz de conseguir alguma coisa pelo justo valor… E se o outro fica contente em receber essa sua atitude caritativa, ele vai se convencer de que é incapaz e que precisa da caridade do outro para conseguir qualquer coisa na vida… E cai na indolência.

Ao contrário disso, exorte o outro a fazer por onde movimentar a energia do valor e do autovalor. Dê ao outro a visão do próprio poder que ele tem, e todos nós temos. Na expressão popular: não dê o peixe, ensine a pescar…

Independente de você ser ou não cristão, pois eu não vou falar aqui do Jesus religioso, mas sim do homem histórico… Não existe uma única passagem desse grande Mestre dando esmolas aos mendigos na rua, ou tirando a roupa do corpo para vestir alguém… No próprio ato de curar, ele exortava a força interior do outro ao perguntar: “Você crê que eu posso te curar? A tua fé te curou!” Ele não estava dizendo isso para ser simpático ou falso humilde… Ele estava dizendo a verdade, pois somente você opera o seu próprio milagre… E, ao curar, ele não levava ninguém para sua casa, ou dava dinheiro, ou ficava com pena daquele ser… Ele apenas seguia seu caminho. “Levanta-te e anda!”, ou seja, o que lhe impedia de autorrealizar-se (doença) não existe mais, então vá buscar o que lhe pertence na vida, por si mesmo.

IssoAbundância-ou-desvalor 2 não invalida você se engajar em ações sociais que visem amenizar a miséria e a doença em situações extremas, em que o outro não tenha, realmente, como se erguer sozinho daquela situação. Ainda assim, existe uma troca, pois você estará investindo em um mundo melhor para se viver, afinal, você também vive nele. Mas esse não é o caso de que estamos falando aqui… Estamos falando aqui da indigna condição do desvalor daquele que não se acha capaz e daquele que se aproveita dessa situação.

Você recebe pelo trabalho que produz, não é verdade? Seja lá o que você faça…

Você cria um produto, você trabalha nele durante meses, durante muitas horas por dia, empregando seu tempo e seu conhecimento, e, quando finaliza e oferece esse trabalho, o outro quer lhe restituir um valor irrisório…

Ou você estuda, se prepara, se capacita muito bem para realizar uma função e, quando vai se candidatar para um trabalho, o outro lhe oferece salário mínimo…

Você vai se sentir o quê…? Desvalorizado! Você se sente ultrajado.

O seu comprador ou o seu empregador movimentaram a energia do Desvalor e receberão sua cota de retorno, em algum momento de suas vidas… tenha certeza disso… O eletromagnetismo é implacável!

Mas, em ambos os casos, se você aceita o injusto que lhe é oferecido, você também movimenta a energia do Desvalor… E muitas vezes, amedrontados pelo fantasma da sobrevivência, a gente aceita, mas isso vai repercutir em nossa vida de maneira desastrosa.

Nossa autoestima vai lá para baixo, nossa vontade e alegria de realizar bem um trabalho, um trabalho com qualidade desaparecem… e essa é a porta para tudo começar a dar errado para nós, porque a energia que você emite, você recebe de volta… Aquilo que você vibra, você atrai; ou seja, você cria um vórtice negativo, que começa a girar e a se alimentar de mais negatividade.

E daí vem os fracassos, as penúrias financeiras, os distúrbios emocionais, as doenças…

Autoamor e autovalor são fundamentais… e lembrem-se: Administrar bem a sua vida não é gastar pouco: é gastar com inteligência!

Abundância ou desvalor?… A escolha é sua… e a responsabilidade também!

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Maria da Conceição Vitor