A quem, realmente, serve o perdão

A QUEM SERVE O PERDÃO?

Vamos refletir sobre isso?

Desde pequenos, aprendemos a perdoar os outros como sinônimo de sermos “bonzinhos”…, mas a dialética do perdão vai muito mais além.

A quem, realmente, serve o perdão?

Aquele perdão que Jesus diz para fazer, cabalisticamente, 70 vezes 7 vezes… ou seja… infinitamente.

Vamos deixar de lado, por alguns momentos, o conceito cristão sobre o perdão e lançar um olhar quântico para toda essa questão.

Já falamos aqui: nosso universo é eletromagnético, ou seja, emitiu-atraiu, ação-reação, causa-efeito, dar-receber… ou seja lá que nome se queira dar; não importa.

O que emitiríamos para o éter ao não perdoarmos algo ou alguém que nos tenha ferido, prejudicado, injuriado… ou coisa assim?

– Raiva;

– Mágoa;

– Ressentimento;

– Tristeza;

– Revanchismo;

– Vingança…

Conseguem imaginar que tipo de energias estaríamos atraindo de volta?

Conseguem imaginar tudo que estaria vibrando nessa mesma frequência negativa e que seria imantado em nossos corpos?

O eletromagnetismo é inexorável…! É a Justiça Divina em ação, e não existe uma única consciência no universo que não esteja submetida a essa lei.

Então, meus queridos, o perdão serve, primeira e principalmente, a nós mesmos.

O que o outro faz é problema dele, ainda que você tenha sido atingido; mas o que você faz é problema seu; entra na sua contabilidade cósmica e cria vínculo cármico.

É isso que o Mestre quis ensinar com a célebre frase “Dê a outra face”: não revide, mostre o modo inteligente de agir, não crie antimatéria negativa, não se vincule carmicamente ao seu ofensor-agressor.

Isso não é ser bobo… isso não é ser covarde: isso é ser sábio e conhecedor das leis do universo.

E a mais importante forma de perdão também nunca nos é ensinada: o autoperdão… o perdoar-se a si mesmo.

Isso evitaria as dezenas de padrões mentais negativos como o sentimento de culpa, o perfeccionismo, a autopunição, o remorso (que é diferente do arrependimento, OK?)

Esses padrões negativos somatizados têm um nome: doenças.

A atitude de aceitação de que você pensou, disse ou agiu de acordo com o que sua frequência permitiu, naquele momento, é nobre…

Se der para se retratar e restaurar o equilíbrio da situação, ótimo! Se não der, aceite e tome como aprendizado para que não se repita no futuro. Só isso! … Solte!

Aceitação e entendimento são dois remédios extremamente eficazes para amansar e dominar atitudes egoicas… porque quem não é capaz do autoperdão também não é capaz de perdoar o outro.

E chegaremos, um dia, ao maravilhoso estado de alma dos grandes mestres, quando será natural dar a outra face, simplesmente porque não existe neles o julgamento.

Nesse estágio de consciência expandida, o perdão deixa de existir.

Mas tudo começa, aqui e agora, com você compreendendo a quem, realmente, serve o perdão.

NAMASTÊ!

Assista aqui o vídeo deste terma: CLIQUE AQUI

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Maria da Conceição Vitor